Há cerca de 900 mil pessoas que vivem com o Vírus da Imunodeficiência Adquirida (HIV/Aids) no Brasil. Dessas, perto de 113 mil não sabem que estão infectadas e 380 mil ainda não estão em tratamento (dados do Ministério da Saúde, base 2016). Já o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (Unaids) apontou, em 2018, que no período entre 2012 e 2016, 17 milhões de pessoas tinham acesso a tratamento, globalmente. E entre 2005 e 2015, o HIV diminuiu 33% na medida em que as pessoas tiveram oportunidade de fazer testes, passar à prevenção e ao tratamento. Mundialmente, para as autoridades sanitárias, este é o caminho que deve ser percorrido também no Brasil, a partir de teste e prevenção contra o vírus da imunodeficiência humana (HIV) tipo 1 e 2, e ao tratamento especializado. Já o Boletim da Organização das Nações Unidas (ONU) informa que 84% das pessoas infectadas estão diagnosticadas e há esperança de que essas pessoas cheguem ao estágio quase nulo de transmissão do vírus.

No consultório

O Brasil, com 312.547 cirurgiões-dentistas (janeiro de 2018), tem condições de reforçar no consultório odontológico a prevenção da doença por meio do Saliteste, que detecta o vírus pela saliva colhida na mucosa, em poucos minutos.

“É prevenção para o paciente e segurança para o cirurgião-dentista. Por esta razão fizemos um acordo com a APCD para oferecer condições especiais de compra do produto no Brasil inteiro, com desconto de 50%”, afirma J B Santos (Schuá) sócio-presidente da empresa EGV-Pharma (foto), fabricante do Saliteste.

O que é?

O Saliteste HIV é um autoteste destinado à detecção qualitativa de anticorpos para o Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) tipo 1 e 2 na mucosa oral exsudada. Este teste na mucosa é feito de forma rápida, não invasiva e permite que o paciente, ao fazer a visita periódica ao consultório odontológico, realize o teste na cadeira em que está sendo atendido, e o melhor, por um profissional de saúde como o cirurgião-dentista.
Como preparo antes de realizar o teste, o paciente deve realizar um bochecho com água morna. Não é necessário nenhum tempo de jejum, o paciente só não deve comer, beber ou fumar após fazer o bochecho com água morna.

A saliva a ser utilizada no Saliteste deve ser uma espécie de “raspado” na gengiva superior e inferior e, portanto, o paciente não pode utilizar a saliva acumulada no centro da boca.

O resultado é apresentado após 15 a 20 minutos da adição da amostra no dispositivo Saliteste, onde há uma linha controle no fim do percurso a ser percorrido pela amostra, o que garante que o teste está válido.

Caso encontre um resultado positivo, o paciente deve consultar imediatamente um médico, pois somente ele poderá confirmar o diagnóstico, por meio de exames complementares.

Janela imunológica

Como o Saliteste detecta anticorpos e não o vírus propriamente dito, existe uma janela imunológica, ou seja, o tempo em que o organismo leva para produzir esses anticorpos, que deve ser considerada. A janela imunológica em geral é de 42 dias, porém é possível detectar os anticorpos em algumas pessoas após 14 dias, no mínimo, e após 6 meses, no máximo.

Portanto em caso de suspeita de contaminação é importante repetir o teste após um período caso apresente resultado negativo.

O dispositivo de teste, bem como os demais componentes que acompanham o Kit Saliteste podem ser descartados em lixo comum, pois a amostra utilizada não contém o vírus, apenas os anticorpos.


SERVIÇO

O Saliteste é comercializado com desconto de 50% para cirurgiões-dentistas no site https://www.formaslim.com.br/saliteste-teste-de-hiv-oral

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